quarta-feira, 2 de maio de 2012

A DISTÂNCIA




A DISTÂNCIA


A distância é como os ventos. Apaga as velas e acende as grandes fogueiras. Machado de Assis


A distância é como  uma ponte que nos separa...milhares de quilômetros de silêncios, do  nosso empedernido orgulho, que nada acrescenta, não edifica!

A distância é como um veleiro que se afasta do porto seguro...a navegar, marolar, depois é sacudido pela maré revolta!

A distância é como o céu encoberto por densas nuvens...que só nos faz indagar, entristecer!

A distância é como um prelúdio incompleto...a música foi interrompida, não entoou!

A distância é como uma comida engolida rapidamente...nem ao menos foi sentida, saboreada!

Mesmo assim...sentimos reflexos da má digestão!

A distância é como um rio caudaloso, veloz...caímos, ao tropeçarmos em uma pedra, e somos arrastados pela correnteza abaixo!

A distância  é como fogo...as labaredas incendeiam todos os recantos, as áreas verdes, as florestas, a nossa volta!

A distância é como um muro, uma barreira...que impede das palavras serem sussurradas, explicadas!

E o perdão, ser ecoado...liberado!

A distância, tem um orquestrante, comandante...que se diverte ao nos ver tão cheios de si mesmos, tão donos da verdade!

A distância entre nós só acabará...quando convidarmos o Espírito Santo para nos ciceronear a percorrer o caminho de volta, onde a distância, discordância, começou!




REFLEXÃO DE UM SÁBIO


Um dia, um mestre indiano, preocupado com o comportamento dos seus discípulos, que viviam aos berros uns com os outros, fez a seguinte pergunta:

- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ou quando não se entendem?

- Gritamos porque perdemos a calma- disse um deles.

- Mas por que gritar a outra pessoa que está ao seu lado? questionou novamente o pensador.

- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça- retrucou outro discípulo.

O mestre volta a perguntar:

- Não é possível falar com a outra pessoa em voz baixa?

Os alunos deram várias respostas, mas nenhuma delas convenceu o velho pensador, que esclareceu:

- O fato é quando duas pessoas gritam é porque, quando estão aborrecidas, seus corações estão muito afastados. E, para cobrir esta distância, precisam gritar para que possam escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão de gritar, para que possam ouvir umas as outras, por causa da grande distância.

E continuou o sábio:

- Por outro lado, quando duas pessoas estão enamoradas, não gritam, falam suavemente. Por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre eles é pequena. Às vezes, seus corações estão próximos que falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, o que basta.

Seus corações se entendem.

E justamente isso acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador concluiu, dizendo:

- Quando vocês dsicutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará o dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta. (extraído)


Irmãos, irmãs...vamos romper a distância que no separa do outro, do nosso próximo, do ser amado, do amigo!

Vamos percorrer o caminho de volta do verdadeiro perdão, do verdadeiro diálogo, do verdadeiro amor, da verdadeira amizade, da verdadeira irmandade!

Enquanto é tempo, porque o Juiz já está à porta!  Tg 5:9

Como João ensinou, exortou:

Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.

Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. 1 João 4:7-8


E aproveito a oportunidade, para compartilhar o meu novo blog com vocês; nele, vou compartilhar livros, fotos, músicas, poesias, os meus devaneios, os meus pensamentos, saudades, amor...

Enfim, meu lado, mulher, sentimental...

Espero que gostem!




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