terça-feira, 5 de junho de 2012

Síndrome do crente mais crente


O crente fica pensando que ALGUËM vai fazer a obra e nada acontece. Ele pensa então o OUTRO vai se voluntariar para a tarefa, mas nada acontece. Então, se não há colaboração, certamente NINGUËM há de aparecer e ajudar. Mas nada. Tem ainda AQUELES que são os mais próximos do pastor, eles certamente vão pegar no arado. Ledo engano. NENHUM aparece nem que seja para dar desculpas. Falando em desculpas, tem uma turminha difícil, uma panelinha brava. São eles o TODAVIA, PORÉM, MAS e o CONTUDO. Precisa de paciência com essa turma. Tem uns que até ouvem, mas logo desistem. São conhecidos como NÃO VALE A PENA, QUEM SABE OUTRO DIA, HOJE NÃO POSSO, ISSO É COMPLICADO, VAI DAR MUITO TRABALHO e o NÃO TENHO TEMPO.
Alem de todas essas pessoas, temos ainda aqueles que zelam pela pureza e tradição da igreja. Receberam como missão para a vida policiar e impedir todas as mudanças que não são “bíblicas”. Um deles tem o nome pomposo: ISSO NUNCA FOI FEITO ASSIM. Ele é primo dos NOSSA IGREJA NÃO PERMITE, O CONSELHO NÃO VAI APROVAR, NÃO PODEMOS MUDAR A HISTÓRIA, O MANUAL É CONTRA.

Esse pessoal todo é crente. Não fique pensando o contrário. Eles amam a Bíblia, amam a igreja. Alguns estão debaixo da influencia de um camarada chamado CANSADO, outros fazem parte da célula dirigida pelo DESANIMADO, outros freqüentam a casa do CRÍTICO DE TUDO e assim a coisa vai. Muitas vezes o pastor fica com medo do vice-presidente conhecido pelo apelido de ZELADOR que fica ameaçando não renovar o contrato pastoral se ele aparecer com novidades.

Oremos. Essa é a igreja comprada pelo sangue do Cordeiro que eu e você fazemos parte para amar. Por isso, cuidado para não receber a influência de um cara de pau chamado BOM e de seus primos SOMOS OS MELHORES. Esse pessoal quer afastar você da turma dos PIORES, mas a igreja tem mais destes do que daqueles.

Quer moleza? Esquece. A igreja é composta de gente como você e eu. Precisa falar mais? Quem colocou as mãos no arado não pode mais olhar para trás.


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